As veias reticulares afligem uma grande quantidade de pessoas trazendo incômodo estético e principalmente sinalizando que algo não vai bem na circulação sanguínea.
Então, o que são exatamente essas veias? Como perceber seu surgimento? O que fazer quando na presença de veias reticulares?
Neste artigo iremos entender exatamente isso. Vamos adiante.
As veias reticulares são pequenas veias que se tornaram incompetentes. Por incompetentes devemos entender que elas apresentam dificuldade em cumprir sua função: conduzir o fluxo sanguíneo no retorno em direção ao coração.
Ainda, as veias reticulares se inserem no quadro mais amplo da insuficiência venosa crônica, no que chamamos de classe clínica 1. Como já escrevemos no artigo sobre os tipos de varizes, as veias reticulares estão intimamente relacionadas às telangiectasias, embora não se confundam com elas.
Sua natureza é idêntica àquela das varizes. A diferença fundamental está no tamanho e na profundidade do vaso sanguíneo afetado.
As telangiectasias são vasinhos finos, de até 1mm de diâmetro, próxima a superfície da pele e de coloração avermelhada ou arroxeada. Já as veias reticulares apresentam-se com maior diâmetro, geralmente entre 1mm e 4 mm, localizadas um pouco mais abaixo da pele e sua coloração é mais esverdeada ou azulada.
Podemos dizer, então, que as veias reticulares são maiores, mais profundas, e por vezes chamadas de “microvarizes” ou “veias nutridoras” das telangiectasias. Por fim, as veias reticulares podem se manifestar em diferentes regiões do corpo humano, mas principalmente nas pernas.
Os sintomas das veias reticulares
Através de quais sintomas as veias reticulares se manifestam? Visualmente, nem sempre é possível identificar a veia reticular. Diferente das telangiectasias, que são visíveia à olho nu, as veias reticulares muitas vezes somente são identificadas com a realidade aumentada, tecnologia essencial para guiar o tratamento dessas veias.
Outros sintomas associados costumam ser similares aos sintomas de varizes:
Estes sintomas podem se apresentar de forma isolada ou conjunta, além de serem constantes ou intermitentes.
Nesta imagem enxergamos o típico aspecto “reticular” das veias acometidas:

Exemplo de aranha vascular
Tratamento para as veias reticulares
Caso você observe o surgimento de veias reticulares, não há razão para preocupação excessiva. Atualmente existem tratamentos não-invasivos que proporcionam ótimos resultados.
O uso do laser permite o tratamento destas veias que, na maior parte dos casos, são bastante superficiais – próximas a pele.
O método CLaCS permite atingir resultados satisfatórios com número reduzido de sessões (aqui o antes e depois do CLaCS). Ele é realizado na própria clínica, em sessão rápida, sem nenhum tipo de corte ou anestesia.
Para saber se seu caso pode ser solucionado com o CLaCS ou outro tipo de tratamento, entre em contato com nossa clínica e agende sua consulta.